A Terceira edição do Fórum Internacional de Educação dos Municípios do Alto Tietê aconteceu nos dias 30 de agosto e 06, 13, 20 e 27 de setembro de 2022, e teve como tema central EDUCAÇÃO INCLUSIVA E EQUIDADE.
As transmissões ao vivo aconteceram das 19h00 às 21h00 pelo canal de Youtube do Fórum e estão disponíveis para serem assistidas.
Os educadores que foram inscritos pelas Secretarias de Educação dos municípios participantes puderam receber seus Certificados de Participação, ao seguir os procedimentos de assistir às palestras e enviar relatórios de participação nos devidos prazos.
Os certificados gerados estão disponíveis para serem baixados, basta acessar o Ambiente Virtual de Aprendizagem – AVA.
A partir do Terceiro Fórum foram incorporados mais recursos de acessibilidade tanto nas transmissões ao vivo quanto neste Portal. Clique AQUI para saber mais.
Programação do 3º Fórum
EDUCAÇÃO INCLUSIVA E EQUIDADE
Temas das sessões de trabalho:
- A boa educação é inclusiva: a experiência internacional
- Tecnologias assistivas na educação
- Desafios da educação inclusiva na sala de aula
- Educação inclusiva e formação continuada de professores e demais educadores
- A Sala de Recursos Multifuncionais e o professor de Atendimento Educacional Especializado
1 – Sessão de Abertura
30 de agosto de 2022, das 19h00 às 21h00.
EDUCAÇÃO INCLUSIVA: “SAIR DA ILHA PARA VER A ILHA”
David Rodrigues (Portugal)
Professor, Doutor e Agregado da Universidade de Lisboa, Conselheiro Nacional de Educação (Portugal) e renomado especialista mundial em Educação Inclusiva, com 36 livros publicados, conferencista e consultor de organismos internacionais. Recebeu a Medalha de Ouro dos Direitos Humanos pela Assembleia da República.
Sinopse da palestra
O título desta conferência é inspirado numa frase do Nobel da Literatura, José Saramago que nos alerta para a necessidade de termos de sair dos limites da nossa realidade para entendermos o tempo, o lugar e as circunstâncias em que vivemos. É nesta perspectiva que um olhar internacional sobre a Educação Inclusiva pode ser útil para refletir sobre os valores e práticas que se vivem no Brasil.
A Educação Inclusiva é um instrumento de promoção da Equidade. Sabemos dos malefícios que a falta de equidade traz às nossas sociedades. Muitas circunstâncias da nossa vida (que não tivemos mérito ou demérito algum em as ter) influenciam decisivamente as nossas vidas. Não é a mesma coisa nascer homem ou mulher, ou rico ou pobre, ou índio ou branco. No entanto, estas circunstâncias que não são fruto do nosso mérito, condicionam a nossa vida e são a origem da desigualdade que, assim se assume como uma injustiça social. A Inclusão é uma medida para lutar contra esta desigualdade, proporcionando a todas as crianças e jovens oportunidade de se conhecerem, de se respeitarem, de trabalharem juntos e sobretudo de descobrir que as suas diferenças são possibilidades de crescimento para todos.
A Inclusão para além de um instrumento é também um direito, um direito multiplicador de outros direitos humanos, porque quando se assegura um ambiente inclusivo, se está a assegurar muitos outros direitos que têm origem nas condições favoráveis que se estabelecem em ambientes inclusivos.
Ao nível internacional são numerosas as declarações sobre a necessidade e a prioridade que deve ser dada à Inclusão nos sistemas educativos. A UNESCO, a OCDE, a OEI, e muitas outras agências internacionais têm afirmado que a inclusão é um critério imprescindível para avaliar a qualidade na educação. Sabemos que são os países cujos sistemas educativos apresentam globalmente melhores resultados, aqueles em que o fosso entre os estudantes com bons resultados e com maus resultados é menor. A UNESCO sustentava na Declaração de Incheon (2017) que “todos os alunos importam e importam o mesmo”.
O desenvolvimento de sistemas educativos inclusivos está muito ligado às políticas públicas. Certamente não serão escolas públicas frágeis, sem confiança e sem recursos que serão capazes de desenvolver sustentadamente políticas inclusivas. Dando o exemplo de Portugal, o facto de se ter instituído a duração da escolaridade obrigatória de 12 anos, de todas as escolas funcionarem em tempo integral, constituiu uma alavanca que permitiu desenvolver um sistema em que 99% dos alunos com deficiência são educados em escolas regulares.
A partir da experiência internacional, podemos encontrar cinco aspectos em que é preciso investir de uma forma particular para aproximar o sistema educativo de um sistema realmente inclusivo.
- Conceber as opções curriculares como possibilidades inclusivas pensando que um currículo deve ser planeado de forma diferenciada e flexível para que todos os alunos o possam seguir.
- Inovar os ambientes de aprendizagem apostando na motivação e na implicação dos alunos. Não deixar sem apoio atempado e competente os alunos que apresentem mais dificuldades.
- Valorizar a participação de todos e em particular a voz dos alunos.
- Importância do trabalho pedagógico desenvolvido de forma colaborativa e cooperativa. (Todos os professores são professores de Educação Inclusiva)
- Instituir uma ética de respeito e de valorização da diversidade nas escolas. Combater ativamente o bullying instituindo o dever de cuidar dos direitos dos outros.
A inclusão é um fenómeno multifatorial. Precisamos de políticas públicas que optem consequentemente pela Inclusão, juntamente com muitos outros fatores. Os professores são elementos fundamentais para a construção de ambientes educativos inclusivos e por isso precisam que o esforço que fazem para serem professores inclusivos seja apoiado por recursos e politicas que permitam amplificar e sustentar o seu trabalho.
Acesse as referências bibliográficas
Participação
Participação do presidente do CONDEMAT, secretários municipais, dos profissionais da educação inscritos e de representantes das instituições apoiadoras. Debates pelo chat.
– Gustavo Henric Costa – Presidente do CONDEMAT e Prefeito de Guarulhos
– Leandro Bassini – Secretário de Educação de Suzano e Coord. da CT Educação do CONDEMAT
– Alex Viterale – Secretário de Educação de Guarulhos
– Paula Pereira da Silva Belem – Professora do Município de Suzano
– Talyta Santos Marques – Professora do Município de Guarulhos
Coordenação da mesa
– Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada. No Conselho Nacional de Educação, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.
2 – Segunda Sessão
06 de setembro de 2022, das 19h00 às 21h00.
EDUCAÇÃO INCLUSIVA E FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO
Marta Gil
Socióloga, fundadora e Coordenadora Executiva do Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas; foco de atuação: Comunicação e Disseminação de informações para a inclusão de Pessoas com Deficiência na Educação e Trabalho; empreendedora social reconhecida pela Ashoka Empreendedores Sociais.
Participação de secretários municipais, especialistas e educadores das cidades participantes. Debates via chat.
Sinopse da palestra
-
Sinopse Marta Gil
- Retomada da aula do Prof. David Rodrigues e estabelecimento de relações com a Formação de Equipes Educacionais, aplicando a metáfora da ilha à Educação Inclusiva;
- Apontar caminhos e soluções possíveis, a serem adaptadas à realidade de cada Município e de cada Escola;
- Caminhos possíveis:
- A natureza da Educação Inclusiva;
- O site do Fórum;
- Cursos de formação oferecidos pelos parceiros;
- Promover Intercâmbio de informações entre os Municípios do CONDEMAT;
- Receber newsletters e boletins;
- Guia do Educador Inclusivo/Amankay;
- Rede de Apoio;
- Sistema de Proteção Social;
- Aliança Escola/Família.
- Apresentação dos próximos palestrantes.
Participação
– Paula Trevizolli – Secretária de Educação de Ferraz de Vasconcelos
– Maria Donizeti de Queluz Camargo – Secretária de Educação de Santa Isabel
– Maria Elizabeth de Vita Bueno – Secretária Municipal Adjunta de Educação e Gestão de Biritiba Mirim
– Maurino Pereira Araujo Filho – Professor da E. Especial e Inclusiva do Município de Ferraz de Vasconcelos
– Elis Ângela Aparecida Rossi – Professora do Município de Santa Isabel
– Tatiane Regina Loreto Maduro – Coordenadora Pedagógica de Biritiba Mirim
Coordenação da mesa
– Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada. No Conselho Nacional de Educação, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.
3 – Terceira Sessão
13 de setembro de 2022, das 19h00 às 21h00.
RECURSOS DE ACESSIBILIDADE NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Teófilo Galvão Filho
Tem Pós- Doutorado, Doutorado e Mestrado em Educação pela Universidade Federal da Bahia. Professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, no curso de Engenharia de Tecnologia Assistiva e Acessibilidade.
Sinopse da palestra
PRINCIPAIS TÓPICOS:
- A Tecnologia Assistiva: de que se trata?
- Tecnologia Assistiva e Educação Inclusiva: como se dá esta relação?
- Tecnologia? O que isso tem a ver com as competências e com o trabalho do professor?
- Recursos tecnológicos que, com muita frequência, estão bem mais próximos e acessíveis na sala de aula do que se imagina
- A Tecnologia Assistiva Digital na prática educacional
- Demandas por uma retaguarda de suporte e apoio ao professor, para o uso da Tecnologia Assistiva na sala de aula
- A criatividade, a iniciativa e a competência do docente, a serviço da acessibilidade, da atividade e participação do estudante com deficiência, na sala de aula
Participação
Participação de secretários municipais, especialistas e educadores das cidades participantes. Debates via chat.
– Silvana de Fátima Nascimento – Secretária de Educação de Salesópolis
– Simone Lacerda Monteiro – Secretária de Educação de Poá
– Carla Rita do Prado – Professora do Município de Salesópolis
– Sandra Regina Ramos Del Bel Silvani – Chefe do Núcleo de Apoio Ped. Esp. do Município de Poá
Coordenação da mesa
– Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada. No Conselho Nacional de Educação, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.
4 – Quarta Sessão
20 de setembro de 2022, das 19h00 às 21h00.
A SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS E O PROFESSOR DE ATENDIMENTO ESPECIALIZADO
Camila Domingues Ferreira
Pedagoga especializada em Educação Inclusiva, pós-graduada em Psicopedagogia, Educação Especial com ênfase em deficiência visual e Atendimento Educacional Especializado. Professora efetiva de Sala de Recursos Multifuncionais e criadora de conteúdo no Canal Inclunet (https://www.youtube.com/c/Inclunet).
Sinopse da palestra
PRINCIPAIS TÓPICOS:
- Apresentação e trajetória
- Sala de recurso multifuncional, o que é, para que serve;
- Atendimento complementar e suplementar do ensino regular.
- Qual é o Público alvo.
- Desafios, falta de material, formação continuada e espaços inadequados;
- Importância do professor dentro da sala de recurso
- Avaliar e traçar as estratégias;
- Materiais alternativos/tecnologia adaptada;
- Trabalho colaborativo;
- Quebra de barreiras;
- Devolutiva da família legitima o Atendimento Educacional Especializado.
Participação
Participação de secretários municipais, especialistas e educadores das cidades participantes. Debates via chat.
-Elaine Cristina Gentil Baptista dos Santos – Secretária de Educação de Arujá
– Maria Cristina Perpétuo dos Santos Soares – Secretária de Educação de Itaquaquecetuba
– Patrícia Helen Gomes dos Santos – Secretária de Educação de Mogi das Cruzes
– Adriana Aparecida de Souza – Professora de AEE do Município de Arujá
– Quézia de Lemos Castro Morais – Diretora de Dep. E. Especial do Município de Itaquaquecetuba
– Juliana de Oliveira Mattos – Diretora de Escola do Município de Mogi das Cruzes
Coordenação da mesa
– Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada. No Conselho Nacional de Educação, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.
5 – Quinta Sessão
27 de setembro de 2022, das 19h00 às 21h00.
DESAFIOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA, SUAS PARCERIAS E INTERAÇÕES
Eonice Domingos da Silva
Graduada em Pedagogia pela Universidade de Santo Amaro; foi Professora, Professora Coordenadora, Vice-Diretora, Diretora de Escola e Supervisora de Ensino. Após 21 anos como Diretora, assumiu o cargo de Dirigente Regional de Ensino. Recebeu prêmios e homenagens ao longo da carreira.
Sinopse da palestra
PRINCIPAIS TÓPICOS:
A preocupação com um mundo sustentável, inclusivo e equitativo está expresso nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) proposto em setembro de 2015 pela ONU para serem atingidos até 2030. O ODS 4 tem como meta garantir uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade para todos e todas. É uma longa caminhada para todos os atores da educação, principalmente das redes públicas de ensino.
A educação de qualidade para todos e todas é uma necessidade para uma sociedade mais justa e menos violenta, como mostra o dado do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de 2016, a cada 1% de jovens a mais na escola, a taxa de homicídios reduz 2%. Sabemos também que a renda também está associada ao tempo de estudo, dados do Insper revelam que uma pessoa com ensino superior completo recebe em média 5,7 vezes a mais do que uma com apenas 1 ano de estudo.
Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) mostram que o acesso à educação melhorou desde 2014, com a implantação do Plano Nacional de Educação (PNE), onde 89,1% das crianças entre 4 e 5 anos estavam matriculadas e em 2016 esse número aumentou para 91,5%. Mas, apesar disso ainda existe muito trabalho pela frente para atingirmos o ODS 4, pois existem grupos que precisam de atenção para não continuarem para trás. Grupos que expressam as desigualdades raciais e étnicas presentes no Brasil, entre eles os indígenas, os afrodescendentes, quilombolas e as pessoas com deficiência, foco do presente texto.
A inclusão é hoje essencial para uma sociedade verdadeiramente democrática, não há mais lugar para rotular as crianças como “excepcionais”, “deficientes” que devem frequentar as conhecidas escolas ou salas “especiais”.
Entende se por INCLUSÃO aquela que garante e fortalece a diversidade. Uma escola diversa e que valorize as diferenças se torna um ambiente melhor, mais acolhedor e potente para todas as pessoas com ou sem deficiência.
Uma Escola Inclusiva: na prática, deve…
– Presumir competências
– Promover autonomia
– Identificar barreiras de aprendizagem
– Reconhecer a diferença
– Identificar barreiras de aprendizagem
– Reconhecer a diferença
– Atuar em rede
Nesse sentido, surgem algumas perguntas: o que nós enquanto educadores estamos fazendo para promover cada vez mais a inclusão em nossas escolas públicas? Que métodos e técnicas podemos adotar para a inclusão de todos na sala de aula? Em que medida estamos criando um ambiente acolhedor e sem preconceitos que valoriza a autoestima dos estudantes para que aprendam mais motivados e de forma cooperativa?. É possível observar a mobilização de vários profissionais e unidades escolares no sentido da inclusão, mas também existem muitos desafios que só poderão ser superados com o trabalho colaborativo dos profissionais da educação da diretoria e do estabelecimento de parcerias que contribuam para uma sala de aula mais inclusiva.
Com a nova Resolução SEDUC 92/2021 passamos a contar com mais uma perspectiva INCLUSIVA, pois traz a parceria entre Educação Especial e o Ensino Colaborativo.
O Ensino Colaborativo pode ser incluído ao rol de estratégias capazes de atender aos alunos com necessidades especiais de aprendizagem dentro do ambiente do Ensino Regular, podendo atuar como ponte entre saberes de professores de salas regulares e os professores do AEE. Saberes estes que percorrem as múltiplas inteligências e o ensino multidisciplinar de forma que o mesmo possa ocorrer de forma efetiva dentro da realidade da sala de aula regular vivenciada pelo aluno com necessidades especiais e não em ambientes controlados e descontextualizados. A ideia é que ocorra o reconhecimento do Ensino Colaborativo e sua inclusão as demais práticas pedagógicas.
Participação de secretários municipais, especialistas e educadores das cidades participantes. Debates via chat.
Participação
– Aline Amorim Marques – Secretária Adjunta de Educação de Guararema
– Kaique Lopes Maia – Secretário Adjunto de Educação de Santa Branca
– Paula Oliveira Ferrianci – Diretora de Escola do Município de Guararema
– Rosiane Aparecida Alves de Souza – Professora do AEE do Município de Santa Branca
Coordenação da mesa
– Cesar Callegari – Sociólogo e consultor educacional. É Presidente do Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada. No Conselho Nacional de Educação, presidiu a elaboração da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil. Foi secretário de educação básica do MEC e secretário de educação do Município de São Paulo entre outros cargos ocupados na área da educação. É autor de vários livros e trabalhos publicados sobre Educação.
Instituições que apoiaram o 3º Fórum
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REALIZAÇÃO
Secretarias de Educação dos Municípios do Alto Tietê
PROMOÇÃO
ORGANIZAÇÃO EXECUTIVA
Certificados de participação
Os Certificados estão disponíveis apenas para os participantes que entregaram pelo menos um relatório de participação.
Para baixar seu Certificado, basta acessar o Ambiente Virtual de Avaliação (AVA) do Terceiro Fórum e clicar no link “Certificado” no final da lista.
O seu login de acesso e sua senha continuam sendo o número do seu CPF.
Clique em ACESSE O AVA DO TERCEIRO FÓRUM (botão abaixo) e preencha com o número do seu CPF os dois campos e clique em ACESSAR.
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Acervo Bibliográfico
Acervo de materiais de apoio, experiências sobre educação inclusiva e equidade dos
municípios participantes do 3º fórum e outros materiais de referência estão disponibilizados nesta sessão
Experiências Educacionais dos Municípios
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